Se o caro você é como eu e gosta de umas boas risadas, não pode perder essa. Passeando pela internet, encontrei a pérola "Versos Toscos". O site dedica-se a encontrar e reproduzir letras de verdadeiras piadas musicadas, e clássicos do brega e das ofensas à Língua Portuguesa. Só para ter uma idéia: Rosana, Wando, Gilliard (sim!), Yahoo! (essa é pra você, Matheus!!), Biafra, Agepê, Latino, Gengis Khan, enfim, uma O R G I A ! Dá pra desopilar o fígado, e de graça.

Amizades virtuais fazem mais sentido quando podem se converter em amizades de verdade, próximas. Este fim de semana, tive o prazer de aumentar meu círculo de amizades virtuais tornadas reais. Fomos a um passeio delicioso, eu, Leonardo, autor do Blog Acidez Crônica, que já conheço a dois anos, Thelminha, autora do Blog Bambu Oco, que eu conheço a mais ou menos um ano, e a Cris, autora do Blog Ser Viajante, que tive um grande prazer em conhecer. A Cris é uma menina linda, de sorriso fácil, voz doce, um abraço gostoso de amigo que a gente não vê há muito tempo, coisas que eu jamais iria saber dela se não a visse pessoalmente. Tivemos uma tarde pra lá de agradável no Usina, de muitas risadas (o senso de humor da Thelma é pra lá de refinado), histórias, gostos e opiniões.
Um dos nossos assuntos foi o porquê de os autores de blogs mineiros não se comunicarem mais entre si, não serem mais unidos, nós achamos que isso poderia mudar. Criei este selinho aí, pra podermos nos identificar melhor. A partir daí, é procurarmos nos conhecer. O passeio teve uma boa surpresa, encontramos por lá o lendário Arnaldo Baptista, ex-baixista do Mutantes, e eu dei uma de fã, que sou mesmo, tirei foto, ganhei abraço e tudo, muito legal. Ficou desse encontro uma sensação muito boa, de que é só a gente querer que as coisas acontecem. E no que depender de mim, com relação aos amigos muitos que eu fiz aqui, elas vão acontecer. Um beijo todo mundo.
O caro você acreditaria se eu dissesse que fui vencida pelo Versamentos, e o dito cujo está de volta? Pois é...
"... havia, na nuca do condenado, um punção de ferro, que, ao apertar-se o colar, penetrava e quebrava as vértebras cervicais, ao mesmo tempo que empurrava o pescoço para a frente, provocando o esmagamento da traquéia contra a argola, matando tanto por asfixia como pela destruição da medula espinhal ou do bulbo cerebral..."

"... deitava-se a vítima de bruços e enfiava-se-lhe no ânus, no umbigo - ou, talvez, tratando-se de uma mulher, na vagina - uma estaca suficientemente longa para transfixar o corpo no sentido longitudinal. Para que a estaca ficasse firme, era introduzida no corpo do condenado a golpes de marreta. Em seguida, simplesmente plantava-se a estaca no chão; a força da gravidade fazia o resto. O corpo simplesmente era puxado em direção ao solo, enquanto a estaca rasgava lentamente as entranhas, num processo que podia durar - dependendo da espessura da estaca e da capacidade de resistência da vítima - várias horas ou até dias."

"...A vítima, nua, era esticada de barriga para cima na roda (ou no chão ou no patíbulo), com os membros estendidos ao máximo e atados a estacas ou anilhas de ferro. Por baixo dos pulsos, cotovelos, joelhos e quadris, colocavam-se atravessados suportes de madeira. O verdugo aplicava violentos golpes com a barra, destroçando todas as articulações e partindo os ossos, evitando dar golpes que pudessem ser mortais."
Fonte: Nocturnae PuellaCaro leitor, evite me contrariar, sim? Estou inspirada.